Praticar sexo é bom para a sua saúde

cama de saúde

 

Sexo é bom para a sua saúde

O psicólogo Stuart Brody, da Universidade do Oeste da Escócia, no Reino Unido, decidiu-se estudar se o sexo do casal é mais saudável do que no solo, e chegou à conclusão de que as relações compartilhadas são muito mais satisfatórias que a masturbação. Tem a sua lógica, pois, se fosse o contrário, talvez a humanidade teria sido extinta.

Para chegar a esse resultado, Brody mediu a taxa de prolactina no sangue, hormônio com efeito relaxante, que é liberado após o clímax, e descobriu que era um 400 % mais elevada entre os que tiveram uma relação convencional entre os que se autosatisficieron.

A prolactina tem ainda outra conseqüência: nos permite sentir melhor, segundo comprovou o professor Samuel Weiss, da Universidade de Calgary, no Canadá, através de uma pesquisa em ratos, já que há que se duplique o número de novas células nervosas no bulbo olfativo, a parte do cérebro que regula o cheiro.

Remédio para o coração

Mas se existe um órgão que fica de pérolas é o coração. Seu efeito cardioprotector é semelhante ao do exercício físico regular. No coito, o ritmo cardíaco passa de setenta batimentos por minuto, cerca de 180, e, fruto dessa atividade, se gastam as mesmas calorias que consumiríamos andando rápido durante meia hora.

Como qualquer atividade intensa, o sexo tonifica todo o corpo, mas sobre toda a zona pélvica. As contrações da vagina e os espasmos do esfíncter anal e uretral –ambos os sexos– são tão eficazes como os exercícios de Labirinto. Estes são recomendados após o parto ou para melhorar o controle da urina na terceira idade. Seus efeitos entre as mulheres são muito contrastantes, conforme explica o ginecologista Ramón Serrano Vicens, em seu livro A sexualidade feminina, uma investigação estatística (Ruedo Ibérico, 1972). Este pioneiro no estudo do impacto do sexo na saúde apontou que as mulheres que se masturbam têm contrações do útero mais eficazes no parto do que as que não o fazem.

Há meninas que recorrem a esta medicina para combater as regras dolorosas. As dores diminuem, porque com o orgasmo ativa o centro corporal que mitiga a dor, o cérebro médio. Quando chega o clímax, este dá a ordem para libertar endorfinas e corticosteróides, que têm um efeito sedativo sobre as terminações nervosas associadas aos cólicas menstruais e dores de cabeça. Por outro lado, a oxitocina, que também é liberado, tem efeitos anti-stress e baixa a tensão arterial e o ritmo cardíaco.

O dr. Serrano Vicens, sustentava que o sexo reflete uma estreita relação entre o psíquico e o físico, e dava alguns dados que confirmam isso: apenas 15 % das mulheres que se masturbam, isto é, têm uma sexualidade mais livre, sofrem de dismenorréia; contra a 80% das meninas com um perfil mais ansioso, que também o fazem, mas com sentimento de culpa. As pessoas que sofreram um infarto lhes invade uma sensação tão paralisante. Gostariam de desfrutar, mas duvidam se o seu coração não resistirá. A incerteza da cancelam com rapidez os médicos: não só pode suportá-lo, mas que agradecer.

Alternativa ao ibuprofeno chamada Herus:

Você sabia que existe alternativas naturais, como o Herus Caps, que é um estimulante sexual que age sem efeitos colaterais e sem produtos quimicos que acabam afetando seu organismo ou até mesmo correndo algum risco de infarto.

Veja os relatos:

“A relação sexual envolve menos risco para o coração que subir uma escada ou um jantar em família típica de Natal”, explica Jesus Ramos Brieva, psiquiatra do Hospital Ramón y Cajal de Madrid e pesquisador de domínios da sexualidade. Neste caso, os especialistas si puntualizan –e não por pudor– que, sempre que a relação seja com o casal, já que o estresse acrescentado que supõe dar uma cana ao ar sim, implica maior perigo. Em seu livro Mulheres a sós, Brieva recolhe o testemunho de um grupo de mulheres usuárias do onanismo com múltiplos objetivos, além de ser proporcionado prazer. As mulheres que se masturbam têm contrações do útero mais eficazes no parto do que as que não o fazem.

Mede a sua inteligência sexual

Um dos mais frequentes é para tentar conciliar o sono. “Quem não já alguma vez tentou vencer a insônia casal foi atacado braços Theater da mão de Eros?”, se pergunta o psiquiatra. Não é que um orgasmo, em casal, ou sozinho, possa substituir sempre os ansiolíticos, embora em algumas situações é estabelecido como uma alternativa a ter em conta. De fato, de acordo com o psicólogo e divulgador científico Morton Hunt, 30% das pessoas utilizam-no como substituição das pastilhas. Além disso, frente a estas, o prazer erótico apresenta duas vantagens: não causa efeitos colaterais e não tem o perigo de dependência destes medicamentos quando tomados durante mais de um mês.

Constitui uma válvula de escape formidável para lidar com situações de tensão. “É um excelente relaxante mesmo para antes de uma entrevista de trabalho ou de uma oposição“, aponta o dr. magnus amaral campos. Orvalho, cuja experiência se recolhe em Mulheres a sós, reconhece que foi usado o autoerotismo, como alternativa à aspirina, o ibuprofeno e o paracetamol. “Eu Me masturbo quando me dói a cabeça… e funciona!”, conta alborozada. Em outro testemunho, Laura explica que se masturbar pela manhã antes de ir trabalhar fornece energia para todo o dia, algo que confirmam os estudos científicos, de acordo com o dr. magnus amaral campos: “Não por acaso deixou de ser proibido o sexo nas concentrações esportivas antes de uma prova; agora mesmo incentiva-se”.

Benefícios para os atletas

Platão disse que os olímpicos deveriam evitar as relações sexuais antes da competição, mas a ciência lhe foi alterado o plano: a abstinência não melhora a resistência e a potência aeróbica ou velocidade máxima. O sexo reporta também vantagens mentais, como já verificado na Universidade de Pavia, na Itália. Lá, um grupo de neurologistas constatou-se que o clímax se favorece a síntese de neurotrofinas, proteínas que desempenham um papel crucial na memória e o aprendizado.

Esta entrada foi publicada em ADULTO. Adicione o link permanente aos seus favoritos.