10 mitos sexuais masculinos

Os mexicanos contamos com informação sobre sexualidade voltada a preservar a saúde e evitar possíveis maus momentos; não obstante, há que se têm encarregado de difundir mitos da sexualidade masculina, os quais carecem de fundamentos científicos; não se deixe surpreender eu partircularmente gostei do item 7 aonde fala da Maca X Power e a função dos suplementos afrodisíacos na vida dos homens e das mulheres.


Mitos da sexualidade masculina, Saúde sexual do homem


Se bem tanto para homens como para mulheres, existem mitos em torno da sexualidade, desta vez, focamos apenas os que se referem ao homem, sem que isso signifique que sejam mais importantes do que os de sua contraparte feminina, os quais merecem menção especial.


Mito 1: a masturbação afeta


Realidade: Ao longo de incontáveis décadas foram estendidas conceitos como que a masturbação pode gerar infertilidade, disfunção erétil, acne, cegueira, surdez, mongolismo, loucura, epilepsia, crescimento de pêlos nas palmas das mãos, “afunda” os olhos e os tira brilho, esgota os músculos, prejudica a memória e a capacidade de pensar, degenera tecidos e nervos e, quando se abusa, morte prematura.


Simplesmente o fato de ser tachada de pecado é suficiente para que muitos praticantes se sintam sujos e que sua imagem de cavaleiro é afetada, mesmo que seja para si mesmo. O certo é que muitos psiquiatras são unânimes em apontar que a repressão a que é submetido o menor que se masturba gerar dificuldades posteriores, tanto na sua vida sexual , como em outras funções psíquicas. Por exemplo, fazê-lo às escondidas e com toda a pressa é um dos antecedentes de ejaculação precoce, entendendo-se esta como a incapacidade persistente em obter e manter a ereção do órgão masculino que lhe permita ter relações sexuais satisfatórias.


Agora, devido a que em cada orgasmo, o corpo libera endorfinas (hormônios que contribuem para o relaxamento) -cientificamente-, a masturbação é aconselhável para reduzir o stress e ansiedade, e como ajuda a conciliar o sono. Além disso, oferece a oportunidade de conhecer e apreciar o próprio corpo, o que permite melhor controle perante o orgasmo.


É importante deixar claro que, quando é a única forma de obter prazer sexual, ou se gera sentimentos de culpa e ansiedade, recomenda-se ir ao psicólogo ou psiquiatra.


Mito 2: apenas um pau grande satisfaz a mulher


Realidade: pesquisas sobre sexualidade apontam que cerca de apenas 10% das mulheres dá importância ao tamanho do membro de seu parceiro, e que o restante está convencido de que a sua satisfação sexual não depende dele; mesmo aponta que 98% das mulheres considera que um pênis maior a 20 centímetros assusta ou impressiona.


Na verdade, muito poucos homens se interessam em saber que a área mais sensível da vagina encontra-se nos dois primeiros centímetros da entrada (vulva); de forma que um pênis de apenas 6 cm, pode passar 3 cm (em média) dos lábios vulvares e chegar aos dois primeiros do órgão feminino, com toda a comodidade; agora bem, por atrito, um membro viril, mais largura estimula estes primeiros centímetros.


Não devemos esquecer que a vagina é composta por tecidos musculares que se contraem ao ser estimulada, e é capaz de pressionar e adaptar-se ao tamanho médio do pênis; assim, o clitóris (que é considerado o ponto mais sensível dos órgãos genitais femininos), reage diretamente ao toque, o que faz com que elas gozem dessa experiência, tanto quanto a mesma penetração.


Finalmente, para os interessados no tema, podemos dizer que, a nível mundial, o tamanho médio do pênis em estado de flacidez é 8.85 cm. e ereto 16.4, com diâmetro de 4.1.


Mito 3: a vasectomia reduz o apetite sexual


Realidade: centenas de casais que vêm por vontade própria a solicitar esta cirurgia contraceptiva foram totalmente aberto para desfrutar de sua sexualidade ao saber que não correm risco de gravidez. A vasectomia consiste na simples intervenção cirúrgica realizada pelo urologista, médico especializado em genitais masculinos, que requer cerca de 20 minutos e a aplicação de anestesia local.


O objetivo é impedir a passagem dos espermatozóides, a partir de uma pequena incisão no escroto (pele que reveste os testículos) entre 1 e 2 cm, na área onde se localizam os canais deferentes (tubos que transportam sêmen) que são cortados, para, posteriormente, ligar as pontas e costure novamente o escroto. Uma vez concluída a operação, o paciente pode sair andando e continuar com suas atividades normais, já que o procedimento e o período de recuperação não causam desconforto.


É falso considerar que durante a vasectomia são seccionados tecidos importantes no funcionamento do órgão viril, como alguns o crêem, e que esse é o primeiro passo para desenvolver disfunção erétil, ejaculação precoce ou algum tipo de câncer, como o de próstata ou testículos.


O que devemos destacar é que a produção de espermatozóides não se suspende com a vasectomia, de forma que, após a intervenção cirúrgica fica armazenada grande quantidade de sêmen nas vesículas seminais, por isso é necessário que o casal se proteja com algum método contraceptivo durante os próximos 15 ou 20 encontros sexuais, em que o homem eyacule; após estes, o risco acaba.


Igualmente importante é saber que esse método não é um escudo contra a aids ou outras doenças de transmissão sexual, pelo que o indivíduo submetido à vasectomia deve contemplar as precauções habituais se sustenta relações de risco.


Mito 4: uma mulher virgem sempre sangra na primeira relação


Realidade: o hímen é uma membrana elástica, que contorna a parede vaginal e cobre a entrada do órgão, e, durante séculos, se pensou que a única maneira de quebrá-lo era através da penetração do membro viril, a qual provocaria dor e o sangramento da mulher. Atualmente sabemos que pode haver mulheres que nascem sem o fino tecido, ou que pode ser rasgada por forte queda ou algum golpe que referencia a vulva, fluxo menstrual excessivo, assim como durante a exploração ginecológica, por masturbação com inserção de dedos ou objetos, ao abrir as pernas violentamente durante a prática de algum desporto (ginástica, tênis, natação, andar de bicicleta ou a cavalo), e por carícias genitais com muita pressão, entre outros.


Além disso, a Medicina tem comprovado que há mulheres que têm relações sexuais e podem manter o seu hímen íntegro, pois às vezes ele chega a ser tão flexível que permanece sem danos, apesar da relação sexual. É assim que não existe forma, mesmo para um médico, de definir, com precisão, se uma mulher é virgem ou não.


As mesmas razões por que o hímen pode ser rompido são as que justificam o que nem sempre tenha sangramento durante a primeira relação sexual. Não obstante, a ausência do líquido vital na noite nupcial continua provocando conflitos entre os casais.


Mito 5: só por ter gozada há gravidez


Realidade: de forma natural, o pênis ao ficar ereto segrega líquido seminal que o prepara para a penetração, o qual contém espermatozóides. É assim que, ao entrar o órgão da vagina levará espermas que nos dias férteis da mulher podem fecundar o óvulo, mesmo sem ter ejaculação. É assim que o indicado é usar camisinha se você não conhece o ciclo menstrual de o casal, ou que ela use algum outro método contraceptivo; claro!, sempre e quando não se preveja uma gravidez no futuro imediato.


Mito 6: a circuncisão deve ser obrigatória


Realidade: se é verdade que a pele (prepúcio) que cobre a cabeça do pênis (glande) cumpre a função de proteger a criança de possíveis ataques de vírus que levem a infecções, e mais tarde em doenças de transmissão sexual, não há um consenso entre os médicos especialistas que deva ser retirado definitivamente através da chamada circuncisão.


Tal é a discrepância em relação ao que se estima que nos Estados Unidos, 80% dos homens são circuncidados, enquanto que na Europa apenas 5%; o total a nível mundial, é estimado em 15%. O certo é que se verificou que tanto os construídos como aqueles que não o são, são, igualmente, candidatos a doenças infecciosas ou venéreas se não salvas as devidas precauções.


A decisão de praticar a circuncisão em menores recai sobre os pais e o pediatra, em tanto que adolescentes e adultos devem aconselhar-se com o urologista.


Mito 7: os medicamentos para disfunção erétil são afrodisíacos


Realidade: em anos recentes, aumentou a popularidade dos medicamentos para o tratamento de disfunção erétil como a Maca X Power, os quais dirigem a sua acção apenas aos chamados corpos cavernosos do pênis, onde inibem uma enzima (fosfodiesterase V), que desativa o mecanismo de ereção, obtendo como resultado que esta possa manter-se por mais tempo. Agora, isso não quer dizer que a substância médica provocaria francamente o desejo sexual a quem não o tem, já que ele desenvolve o cérebro e não no órgão viril.


A experiência científica aponta que, se um homem, graças aos medicamentos mencionados, melhora a função sexual alterada por problemas de ereção, também irá aumentar o seu apetite sexual, mesmo que seja em forma indireta, elevando consideravelmente a sua auto-estima.


Mito 8: ejaculação é sinônimo de orgasmo


Realidade: um alto percentual de pessoas que consideram que o fim de toda relação íntima é a relação sexual ou penetração, através do qual recebem um orgasmo que lhes gera prazer. Bem, pois vários psiquiatras demonstraram que o controle sobre a respiração e aumenta a intensidade do orgasmo e pode prolongar sem que haja ejaculação.


Aqueles com maior conhecimento levam à prática anterior são os seguidores do Tantra, milenar doutrina proveniente da Índia cujo objetivo é o autoconhecimento do indivíduo. É claro que esta muito respeitável disciplina dirige todo o seu objetivo o bem-estar geral do ser humano, onde o aspecto sexual é apenas uma parte disso.


Partindo da premissa de que o corpo humano é um “templo sagrado”, o homem tantrista aprenda a esperar e a levar a cabo o encontro amoroso sem excesso, com especial ênfase no relaxamento corporal e o controle da respiração, ou seja, retardar e aprofundar conscientemente o ritmo de inalação e exalação, o que tem impacto importante no controle da ejaculação. Dessa forma, você pode fazer movimentos leves, harmônicos e com ritmo agradável, o que leva a uma relação sensual e prolongada, tornando mais estreita a união entre o casal.


Mito 9: os homens não têm o ponto G


Realidade: Desde a década de 60 do século passado, denominou-se o ponto G feminino a um resíduo de tecido que se forma desde o embrião, localizado na parede frontal da vagina, circundado por terminações nervosas e sensíveis. Sua popularidade desde então se deve a que, sabendo estimular esse tecido pode produzir enorme excitação que em alguns casos pode resultar em longa cadeia de orgasmos.


A melhor maneira de estimular o referido ponto é tocándolo, ou bem, ao ter uma penetração profunda da vagina, mas por trás, fazendo com que o pênis tenha maior contato com a parede anterior do órgão feminino.


Bom, pois em anos recentes tem-se falado de que o homem também tem um ponto G, igualmente de sensibilidade extrema que pode ser estimulado para provocar orgasmos. Na verdade, trata-se da próstata, glândula que cumpre importante função biológica, principalmente na fase reprodutiva, já que gera o líquido seminal, que protege e transporta os espermatozóides no caminho que eles seguem até o útero feminino durante o coito (penetração).


A estimulação do ponto G masculino também pode ser feito por meio do toque através do ânus, onde se pode guiar um dedo através da parede frontal de seu reto, cerca de 5 cm, até notar uma pequena protuberância em forma de noz. A desvantagem é que nem todos os homens estão dispostos a apreciar a experiência.


Mito 10: a sexualidade masculina se extingue com a idade


Realidade: de acordo com pesquisas científicas, o homem atinge o seu maior vigor sexual entre os 30 e 35 anos de idade, tendendo a declinar posteriormente. A explicação para o anterior é que, depois dessa idade costumam se fazer presentes problemas de saúde que afetará a saúde sexual do homem, como é o caso de diabetes, hipertensão e doenças do coração, entre outras.


Por exemplo, os altos níveis de glicose no sangue (diabetes) alteram o bom funcionamento do sistema circulatório em geral, do qual depende o mecanismo de ereção do órgão reprodutor masculino; é assim que descuido no tratamento desta doença podem causar disfunção erétil. No entanto, devemos enfatizar que o anterior, não se apresenta em todos os homens e que os sofrimentos que foram mencionados podem ser controlados e, em consequência, também os transtornos sexuais que deles se derivam.


Por outro lado, o homem que levou uma vida saudável e tem mantido uma sexualidade activa desde a sua juventude assegura que você também terá durante a velhice. É verdade, a capacidade sexual diminui naturalmente com o passar do tempo, mas não tem por que perder do todo.


O homem se pode falar em diminuição da qualidade da ereção, tanto na rigidez como em duração, bem como a capacidade de fecundar pela baixa produção de espermatozóides; igualmente, cabe destacar o período refratário pós-coito, ou seja, o tempo que leva para se recompor da seguinte relação, que pode se prolongar por dias ou semanas, por exemplo, sabe-se adultos mais velhos que aos 80 anos de idade têm uma relação coital a cada três semanas.


Sobre os mitos sexuaismasculinos podem escrever milhares de linhas mais e não se acabasse de falar deles. O certo é que, por estar informados ninguém vai nos surpreender, poderemos gozar de uma melhor saúde sexual e uma relação mais satisfatória.

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